EVOÉ A Casa do seu Bem-Estar

Rua José Maria Lisboa, 1326 Jardins São Paulo  SP  Fones: 3085-1691 3062-6505

   

Solidariedade

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S.O.S. TERRA

Queridos amigos e clientes,

Todos nós já estamos exaustos de saber que o Planeta Terra está precisando desesperadamente de nossa ajuda. Todos os veículos de comunicação estão sendo utilizados para alertar e conscientizar as pessoas. Por este motivo, a Evoé disponibiliza este espaço para divulgar e apoiar iniciativas voltadas à preservação de nosso Planeta. Maio/2008

 

S.O.S. TERRA – JUNTOS FAZENDO UM MUNDO MELHOR – S.O.S. TERRA

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Veja artigos:

Lixo Eletrônico

Campanha Solidária

Lixo: como colaborar com a coleta seletiva

Direitos dos animais

Vinagre e Café no combate à dengue

Consciência Sócio Ambiental

Alimentos orgânicos x Agrotóxicos

 

 

Campanha Solidária

PARTICIPE! VALE A PENA!

Você tem objetos, roupas ou brinquedos em casa que estão ocupando espaço e não são mais úteis ou necessários?

Pois então encaminhe-os para nós.

A Evoé recebe permanentemente a doação destes ítens, além de alimentos não perecíveis que são encaminhados regularmente às comunidades assistidas pelo Grupo de Amigos 33, que desenvolve este trabalho voluntário de ajuda sem fins lucrativos.

Toda ajuda é muito benvinda

Instituiçoes Beneficiadas:

1.   Abrigo Frederico Ozonam - Idosas (Tremembé-SP)

2.   Comunidade Sagrado C. de Jesus - familias (Vila Clara - SP)

3.   Caritas Diocesana C.Limpo - crianças e adolescentes (Jd.B.Refúgio - SP)

4.   Associação Quintal Mágico - Osasco/SP

5.   Comunidade carente Itanhaém/SP

6.   Comunidade carente Mongaguá/SP

7.   Associação das Mães do Jardim Veloso – Osasco/SP.

8.   Projeto Fênix – Associação Social Estudantil - Lauzane Paulista, São Paulo – SP.

9.   Creche Lar Benvindo – Jd Progresso, S. Andre/ SP.

10.               Lar do Idoso – Augusto Neves – Vila Maria, São Paulo/SP.

11.               Casa de Apoio José Eduardo Cavichio – Pq. Monte Alegre – Taboão da Serra

 

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LIXO: Como colaborar com a coleta seletiva?

Vamos apoiar à Redução, a Reutilização e a Reciclagem

 

Coleta de Pilhas/baterias e óleo de cozinha:

 

A Drogaria São Paulo está disponibilizando à população suas lojas para a coleta de pilhas usadas, além de enviar o material coletado para reciclagem pela empresa Suzaquim, responsabilizando-se pelo custeamento dos custos referentes à reciclagem. Nas agências do Banco Real pilhas e baterias podem ser descartadas no Papa-pilhas.

As pilhas e baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, contém materiais (cádmio, mercúrio, níquel, chumbo) que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões

Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado para reciclar! As lojas do
Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado para reciclar! As lojas do Extra, que já reciclam outros tipos de resíduos, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha!


Como fazer a coleta de óleo: Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa PET daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e deposite no coletor de lixo de cor marrom da loja Extra, indicado para esta finalidade.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível. Se o Extra mais perto de sua casa ainda não tem o coletor apropriado, ligue para o SAC da empresa: 0800-7732732, e peça para que seja providenciado. Independentemente disso, pare imediatamente de jogar óleo pelo esgoto. Armazene em garrafas e jogue no lixo reciclável, e não no esgoto.

 

 

Consciência Sócio Ambiental

A produção de resíduos é inerente à condição humana  e inexorável.
MAS A LATA DE LIXO NÃO É UM DESINTEGRADOR MÁGICO DE MATÉRIA !

O lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira.
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção.
Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
Tem coisas que a gente só não faz por não saber como.
Navegando no Lixo.com.br você vai ter uma idéia de como a coisa funciona. É importante conhecer o processo e as regras quando queremos fazer a diferença.

Visite o site: www.lixo.com.br


Sites sugeridos sobre reciclagem e coleta seletiva:

http://www.institutogea.org.br/

http://www.lixo.com.br/

http://www.natureba.com.br/

http://www.recicloteca.org.br/quemrecebe.asp

Dicas de sites bacanas para quem quer ajudar e não sabe por onde começar:

www.planetasustentavel.com.br

http://www.turmadasopa.org.br

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Direitos dos Animais

1) Se você se importa com os animais, ajude a WSPA a obter a “Declaração Universal de Bem-Estar Animal”(DUBEA). A WSPA lançou um abaixo-assinado para pedir à ONU que seja votada uma declaração estabelecendo parâmetros para um melhor tratamento dos animais em todo o mundo. A partir desse documento internacionalmente aceito, os países serão encorajados a criar ou melhorar suas leis de proteção animal. Para assinar vá ao site:   www.animalsmatter.org/brasil    

2) Dicas de sites que estão fazendo muito pelos animais:

http://www.institutoninarosa.org.br/

http://www.pea.org.br/

WSPA Brasil | Sociedade Mundial de Proteção Animal

Dica de site informativo www.saudeanimal.com.br

3) Posse Responsável de animais de Estimação - Quem ama cuida!

Seja um dono responsável cuidando corretamente de seu animal. Ofereça alimentação adequada, abrigo e vacinação regular.

Se você souber de alguém que está maltratando seu animal de estimação indicamos alguns endereços para denúncia:

- Disque-Denúncia: Tel. 181 (recebe denúncias 24h, não é necessário identificar-se)

- Delegacia do meio ambiente: Tel. 3214-6553 - 3259-2801

- PM Ambiental: Tel.  0800-132060

- Prefeitura de São Paulo: Tel. 156 (digite opção 6)

- BO pela internet: www.seguranca.sp.gov.br

- Ibama - Linha Verde: Tel. 0800-618080 - linhaverde@ibama.gov.br

4) Ajude a salvar animais abandonados:

Locais para adoção de animais 

- Centro de adoção de cães e gatos CASARÃO DA PAULISTA - Av. Paulista, 1919 - 6917-0257

- www.quintalsaofrancisco.org.br

- www.clubedaspulgas.com.br

- www.apaa.com.br

- www.estimacao.org.br

- www.adoteumgatinho.com.br

- www.sosgatinho.com.br

- www.focinhosgelados.com.br

- www.viralatedez.com.br

- CCZ:Centro de controle de zoonoses - 6224-5500 - zoonozes@prefeitura.sp.gov.br

5) Castrações a preços populares:

- Dra. Amélia M. Oliveira: 5062-8522

- Clínica Nipon: 3812-5880

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Como se Livrar dos Agrotóxicos em Sua Mesa

Por Alexandre Pimentel *

Nos últimos dias a imprensa nacional tem trazido à tona um problema que, desde a década de 60, acomete a população brasileira e mundial: a contaminação dos alimentos por venenos permitidos da lavoura, também chamados "agrotóxicos" ou "biocídicos".

É interessante enfocarmos temas sociais como este, mas não podemos perder de vista outras fontes de contaminação que envolvem desde as pulverizações na horta até os aditivos industriais como conservantes, acidulantes e, entre vários outros, os corantes artificiais. Mas, em detrimento dos problemas de saúde, as propostas dos industriais ainda não afinado com perspectivas humano-ecológicas, não param por aí. 

Os transgênicos, por exemplo, simbolizam sistêmica agressão à vida e à natureza, devendo ser combatidos em todos os níveis da sociedade humana. Enquanto isso, para suprimir os sintomas das patologias decorrentes do envenenamento, a indústria de remédios e os hospitais faturam bilhões de dólares e o sistema público de atendimento às doenças fica honerado.

Fui procurado por vários veículos de comunicação que desejavam saber "como retiramos" os agrotóxicos dos alimentos. Recebi, também, dezenas de mensagens eletrônicas questionando nesse sentido. O problema é que não existem possibilidades desses venenos sociais serem exatamente retirados. Não há método que consiga liberar os produtos alimentícios comerciais da contaminação. O que se pode fazer é apenas minimizar suas presenças nos vegetais. 

Ao final deste artigo, inspirado nas solicitações supra, darei algumas dicas nesse sentido.Muitas pessoas ainda imaginam que a única diferença entre alimentos convencionais e orgânicos seja a presença de venenos naqueles e a ausência nestes. Enganam-se. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia comparou tomates orgânicos com convencionais num período de dez anos. O resultado foi que os orgânicos continham mais flavonóides, um tipo de antioxidante que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares. Também o Relatório Firman E. Baer, da Universidade Rutgers-EUA compara as quantidades (em miligramas) entre orgânicos e convencionais. A diferença de nutrientes entre eles é impressionante.(1)Os estudos científicos confirmam que os alimentos orgânicos são mais saudáveis que aqueles produzidos com agrotóxicos. 

Hoje, a oferta desses produtos em feiras livres e supermercados deixou de depender exclusivamente de pequenos agricultores e ganhou escala industrial. O Brasil tem a sexta maior área agrícola do mundo destinada à produção orgânica, segundo a Organics Brasil, organização que promove exportações do setor. A maior parte dessa produção – que inclui soja, sucos, açúcar, castanhas e cachaça – é exportada. 

Nosso país ainda não conseguiu adquirir hábitos orgânicos, consumindo produtos convencionais em escala muito maior. Infelizmente o orgânico ainda é caro para nossa população, mas tende a baixar na medida em que a procura aumentar. Aqui em Brasília, por exemplo, a diferença entre orgânicos e não orgânicos caiu muito nos últimos anos. Em algumas feiras conseguimos encontrar verduras com certificação orgânica com preço praticamente de convencionais. Fato inegável é que os efeitos dos agrotóxicos no organismo aparecem ao longo do tempo e podem ser fatais. As pesquisas mostram que os venenos ainda permitidos e alguns já proibidos, podem provocar, por exemplo, alergias, dores de cabeça, problemas respiratórios, cânceres, lesões no sistema nervoso central e no fígado, distúrbios sexuais e formação de catarata.Já ouvi reclamações de pessoas que, após comprarem frutas e verduras em feiras orgânicas, tiveram trabalho em retirar pequenos insetos e algumas supostas impurezas. O que sempre tento explicar, tanto pessoalmente quanto por artigos ou palestras é que esses bichinhos podem ser vistos e retirados, enquanto os venenos são invisíveis e, na maioria das vezes temos que, literalmente, engoli-los sem reclamar! A intoxicação humana com venenos dos alimentos é de difícil diagnóstico, sendo necessário exame específico de sangue. Segundo os médicos estudiosos, os agrotóxicos impedem a absorção de vitaminas e minerais pelo organismo e impossibilitam a produção de hormônios como a serotonina, melatonina e dopamina. Eles também podem provocar, entre outros, processos alérgicos e dores de cabeça.Na década de 90 a Revista Galileu mostrou que o índice de suicídios de agricultores expostos a venenos, em cidades agrícolas do Rio Grande do Sul e do sul de Minas Gerais é muito maior que a taxa média brasileira. Em Santa Cruz do Sul (RS), considerada a capital nacional do fumo, houve, na época, 21 suicídios por 100 mil habitantes, a maioria de agricultores, contra a média nacional de 4 por 100 mil.O problema teve destaque em 1996, quando a cidade vizinha Venâncio Aires registrou a taxa de 37,22 por 100 mil. O Ministério da Saúde chegou a encomendar um inquérito epidemiológico que não foi adiante.Percebam que essas toxinas antes de chegarem às mesas dos consumidores já representam um perigo global, tanto para agricultores quanto para lagos, rios, águas artesianas, florestas e animais.

or tudo isso, é muito importante que reaprendamos o caminho das feiras ecológicas, que procuremos saber a origem dos produtos e que conheçamos aqueles que plantam nossos alimentos. A feira de final de semana pode virar uma ocasião festiva se levarmos as crianças e o cachorro para um passeio no sol.Porém, no caso de você ainda não ter acesso a essa possibilidade nem ter produzido sua horta caseira, as sugestões para minimizar os efeitos dos agrotóxicos são as seguintes:

 

01)  Prefira as frutas e verduras da época e as produzidas na região de consumo até 10km. Prefira também, mesmo em feiras convencionais, as verduras de tamanhos menores, que tenham furinhos ou marcas de pequenos insetos, pois garantem maior pureza.

02)  Lave bem as frutas e verduras, sempre em água corrente e preferencialmente filtrada, lembrando que é preciso lavar antes e descascar depois.

 03)  Após lavar, descasque sempre as frutas e verduras para que os resíduos presentes na casca sejam eliminados.

 04)  Retire as folhas externas das verduras porque, em geral, em especial daquelas bem fachadas como couve-flor e repolho, pois elas concentram mais agrotóxicos.

05)  Deixar as verduras de molho em água com carvão e bicarbonato de sódio ajuda a retirar os agrotóxicos de contato, aqueles que ficam na área externa do vegetal, mas não retiram os agrotóxicos sistêmicos, ou seja, aqueles que se associaram à seiva da planta. 06)  Lavar e descascar os alimentos ou deixá-los de molho na água com vinagre ou água sanitária não garante a eliminação total dos resíduos de agrotóxicos. Essas medidas ajudam a eliminar impurezas e bactérias, mas é bom observar que o cloro também é contaminante e, dependendo da dose e do tempo, pode prejudicar muito em longo prazo.

 Fontes de pesquisas:

 http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/cidadania/agrotoxicos/not002.htm

http://www.taps.org.br/Paginas/Agroecologia.html http://www.planetaorganico.com.br/daroltqualid.htm

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79457-7508-490,00.html

http://www.herbario.com.br/atual/020930_02.htm

 

1. TOMATE
O tomateiro adoece facilmente. Daí o uso intensivo de defensivos químicos no cultivo de larga escala e a alta dose de resíduos tóxicos. O orgânico e o tipo cereja são mais resistentes a pragas e levam menos agrotóxicos
2. CENOURA
Bactérias, fungos e vermes contaminam a cenoura debaixo da terra. A maior parte do agrotóxico fica na casca. Descascar a cenoura a livra de 90% dos resíduos – mas também de nutrientes importantes
3. ALFACE
No sistema convencional, a alface é pulverizada com produtos químicos agrícolas várias vezes. A ANVISA achou resíduos químicos indevidos em 28,68% das amostras de alface – daí a vantagem da versão orgânica
4. MORANGO
Outra planta que atrai pragas e doenças, o que leva ao uso abusivo de defensivos agrícolas. Um morangueiro pode receber 45 pulverizações até a colheita. Na análise da ANVISA, 37,68% das amostras tinham resíduos inadequados

5. MAÇÃ
Os pesticidas aplicados à macieira podem atravessar a casca fina e chegar à polpa da fruta. As maçãs do Sistema de Produção Integrada, com a marca PIN, têm 25% menos pesticidas que as convencionais
6. GOIABA
Ainda mais sujeita ao ataque de pragas que as demais frutas. A versão orgânica é rara e pode conter larvas. O sistema de Produção Integrada ainda estuda um projeto-piloto para a fruta
7. UVA
Segundo a Embrapa Uva e Vinho, o sistema de produção de uvas praticado atualmente é dependente do uso de defensores agrícolas, ainda mais em clima tropical. As versões orgânicas e com a marca PIN têm menos resíduos
8. PÊSSEGO
A época ideal de cultivo do pêssego é de novembro a janeiro. Fora desse período, a fruta costuma ter mais agrotóxico. A versão orgânica é escassa em supermercados, mas é encontrada em algumas feiras do ramo

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79457-7508-490,00.html

Lixo Eletrônico

E-LIXO: O QUE É ISSO?

 

 

Todos os dias, milhares de aparelhos e equipamentos eletrônicos - como Ipods, TVs, computadores e outros - são substituídos, pois tornaram-se obsoletos, aos olhos de seus donos. Isto acontece devido à velocidade com que novos aparelhos são lançados e novas tecnologias que surgem, num processo planejado que visa obrigar o consumidor a substituir seus aparelhos, na maioria das vezes ainda funcionando, por novos, contribuindo para o aumento do chamado lixo eletrônico ou sucata eletrônica.

 

Podemos definir como LIXO ELETRÔNICO, ou E.LIXO, tudo o que é proveniente de equipamentos eletro-eletrônicos, incluindo aparelhos celulares, computadores, impressoras e periféricos.

 

Não se sabe a quantidade exata de lixo eletrônico existente no Brasil. Porém, segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, o número de aparelhos celulares em uso chega à marca de 130,5 milhões de unidades e a de computadores, nas empresas e residências, de 50 milhões de aparelhos[1], que muito brevemente ficarão obsoletos e serão substituídos por equipamentos mais modernos.  

 

Sob o ponto de vista ambiental, o lixo eletrônico se configura em um grave problema, desde a sua produção até o seu descarte. Para serem produzidos, os computadores e outros aparelhos consomem uma enorme quantidade de recursos naturais, água e energia. Como exemplo, podemos citar o consumo de água para se produzir um único laptop: 50.000 litros de água[2] ! Se considerarmos que a vida útil desses equipamentos é muito curta (tempo de vida médio de um computador: 3 a 4 anos; tempo de vida médio de um aparelho celular: 1 a 2 anos), é possível avaliar a quantidade imensa de lixo que o descarte de eletrônicos significa, e que tende a piorar cada vez mais com o passar dos anos. Porém, o pior fator de poluição do chamado e.lixo é seu conteúdo: fazem parte de sua composição diversos metais pesados – como o chumbo, o cádmio, mercúrio – e vários outros elementos tóxicos. Por isso, é considerado um resíduo perigoso e precisa de tratamento adequado pois, se não for destinado da forma correta, pode causar sérios danos à saúde humana, bem como ao meio ambiente.

 

 

A preocupação com o lixo eletrônico fez surgir a idéia do “Green Computing”, que inclui a inserção do conceito de preservação ambiental em todo o ciclo de vida dos aparelhos e que tem como ponto fundamental a participação de todos os segmentos envolvidos na sua produção, uso e descarte.

 

Seguindo essa linha, cabe às empresas produtoras levar em conta a questão ambiental na seleção dos materiais usados em sua fabricação, definir formas e processos de produção menos poluentes, planejar o design do produto de forma a facilitar o reaproveitamento, inserir no produto ferramentas que permitam ao usuário utilizá-lo com menor gasto de energia e assim por diante.

 

Cabe ao poder público legislar de forma a coibir abusos, fiscalizar o cumprimento das normas e proteger a população contra ameaças e desastres ambientais.

 

Quanto ao público consumidor, seu papel é usar critérios ambientais para definir desde a escolha do equipamento até o destino do produto, ao descartá-lo.

 

FIQUE PREOCUPADO![3]

 

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Segundo o Greenpeace, o lixo eletrônico no mundo é da ordem de 50 milhões de toneladas por ano (dados de 2008). Se colocássemos esse material em vagões, o “trem”  daria a volta na Terra.

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A maior parte dos 315 milhões de computadores que foram descartados no mundo, entre 1997 – quando começou a popularização desses equipamentos - e 2004, foi parar em aterros sanitários (dado MIT – 2009).

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No Brasil são jogadas no lixo, anualmente, 1.200 milhões de pilhas, sendo 800 milhões produzidas legalmente e 400 milhões importadas ilegalmente (as pilhas ilegais possuem teores muito mais altos de metais pesados e outros contaminantes).

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No mundo estão em uso cerca de 4 bilhões de celulares e 2 bilhões de computadores.

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A utilização de computadores emite CO2, gás de efeito estufa. Os “datacenters” do mundo são responsáveis pela emissão de 2% de todo esse gás gerado no planeta.

 

COMO AGIR COM RELAÇÃO AO SEU E.LIXO?

Se você quer ser ambientalmente responsável no que se refere ao seu lixo eletrônico, siga as orientações abaixo:

  1. Exercite o consumo consciente. Antes de comprar um aparelho, verifique se:

    1. ele contém chumbo (se contiver, não compre)

    2. possui sistema de economia de energia (se não tiver, não compre)

    3. a empresa produtora oferece sistema de recolhimento e reciclagem, quando você quiser se desfazer do equipamento (como são poucas as empresas que oferecem esse serviço, não dá para descartar todas as outras. Mas dê preferência aos produtos de empresas mais responsáveis).

  2. Preserve recursos naturais. Durante o uso, siga as recomendações do fabricante para redução do uso de energia e para aumentar a durabilidade do aparelho e/ou das baterias. Não deixe os aparelhos ligados sem necessidade.

  3. Amplie a vida útil de seu equipamento. Não se desfaça do aparelho por “modismos”. Troque apenas quando realmente for impossível continuar com o que você já tem.

  4. Responsabilize-se pelo destino de seu lixo eletrônico. Para descartar o equipamento usado, entre em contato preferencialmente com instituições que possam reutilizá-lo. Há várias iniciativas nesse sentido (veja lista abaixo). Se você é um consumidor corporativo (empresa), procure também doar seus equipamentos para essas entidades. Caso não seja possível, arque com os custos do envio dos resíduos eletrônicos para empresas idôneas, que efetuem a reciclagem.

 

 

PARA QUEM DESTINAR SEU E.LIXO

 

 

EMPRESAS RESPONSÁVEIS POR SEUS PRODUTOS

 

DELL COMPUTADORES

Somente para produtos Dell. A Dell se responsabiliza pelo descarte dos produtos inservíveis de sua marca. Coletam em sua casa/escritório e encaminham para a reciclagem, gratuitamente. Para isso, o cliente deve entrar no site da Dell e digitar no campo “busca” as palavras RECICLAGEM DELL, em seguida deve achar o link que fala da reciclagem e clicar. Na página, há um formulário que deve ser preenchido e encaminhado para a empresa. Por meio de uma parceria com a FPD – Fundação Pensamento Digital, a Dell também promove a doação dos equipamentos ainda em funcionamento, que devem estar sem nenhuma informação no HD.

www.dell.com.br

 

ITAUTEC

Somente para produtos Itautec. A empresa encaminha para reciclagem os produtos inservíveis Itautec, sem custos para o cliente. O interessado deve enviar um e-mail para disk.meio-ambiente@itautec.com, informando os dados de código e série do produto. Após o envio, o cliente deve aguardar o contato da empresa, que indicará a filial para onde o lixo eletrônico deve ser levado. Os equipamentos são destinados à planta industrial da empresa, em Jundiaí, onde são desmontados e suas partes encaminhadas para empresas recicladoras.

 

 

INSTITUIÇÕES QUE FAZEM A REUTILIZAÇÃO

 

Meta Projeto – Acessa São Paulo.

Projeto do Governo do Estado de SP. Recebe computadores, monitores, teclados, etc., funcionando ou não, de pessoas físicas e jurídicas. O material é reaproveitado, por meio de oficinas de informática em SP e no interior. Mais informações: http://www.acessasp.sp.gov.br/html/modules/xt_conteudo/index.php?id=42 ou pelo telefone (11) 2221-1826.

Local: Parque da Juventude

Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – 1ºandar – Carandiru – São Paulo - SP

Email: oficinaspj@acessa.sp.gov.br

 

ABRE-Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes

Entidade sem fins lucrativos. Recebe computadores, televisores e outros equipamentos eletrônicos, além de receber roupas e outros objetos. Conserta e redistribui todos os materiais recebidos, enviando ao doador a informação sobre a destinação exata de seu produto.

Local para entrega: Av. Lavandisca, 168 – Moema- São Paulo - SP

Telefone: (011) 5052-0736

www.abre-excedente.org.br

 

 

 

 

CDI – Comitê para a Democratização da Informática

ONG. Recebe apenas computadores completos (com monitor, teclado, mouse, etc.), funcionando e com configuração mínima Pentium III. Os equipamentos são utilizados para criar centros de inclusão digital em áreas carentes.

Local para entrega: Av. Francisco Matarazzo, 102 – Água Branca – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3666-0911 / (11) 3822-0970

doacao@cdisaopaulo.org.br

 

CRC – Oxigênio

ONG. Aceita doação e retira todos os tipos de eletrodomésticos e eletrônicos. Os equipamentos em funcionamento são enviados a instituições que fazem inclusão digital, cadastradas no governo, e os que não funcionam mais são enviados para reciclagem.

Rua Esperia, 30 Jd. Paulista – São Paulo – SP ou Rodovia Hélio Schmith s/n – Aeroporto de Guarulhos – SP.

Telefone: (11) 3051-3420 / (11) 3057-1283

assessoria@oxigenio.org.br

 

Museu do Computador

ONG. Recebe doações de computadores, telefones, máquinas de escrever e de calcular, videogame, impressoras e peças de computador, como teclado e mouses, livros, cds e outros. Para exposição no Museu. Quando há sobra, os equipamentos são doados a comunidades carentes.

Telefone: (011) 46667545

Local: Itapecerica da Serra

www.museudocomputador.com.br

 

EMPRESAS QUE FAZEM A RECICLAGEM

Observação: As informações apresentadas abaixo foram fornecidas pelas próprias empresas. O Instituto Gea  não se responsabiliza pela adequação ambiental de seus procedimentos. Para confirmação, consulte o órgão ambiental de seu Estado.

 

TCG Recycling

Além de computadores e monitores, também trabalha com a reciclagem de eletrodomésticos. Não exige quantidade mínima, porém cobra, tanto para o frete quanto para a reciclagem.

Rua Eugênio Bertini, 445 – São Luiz – Americana – SP

Telefone: (19) 3468-3882

www.tcgrecycling.com

 

Interamerican Ltda.

Não atende pessoas físicas. Para empresas e instituições, atua retirando todos os tipos de eletrodomésticos, computadores e monitores. Os resíduos passam por uma separação e o que não pode ser reciclado é enviado para aterro licenciado pela CETESB.O custo do serviço de coleta e destinação depende do tipo dos aparelhos e da quantidade.

Rua Vitor Meireles, 105 – Jardim Jordanópolis - S.B do Campo – SP

Telefone: (11) 41787-9944

interamerican@interamerican.com.br         

www.interamerican.com.br

 

UMICORE

Recebe somente telefones celulares e baterias recarregáveis de todos os tipos.  No processo de reciclagem dessa empresa, os metais são recuperados e reutilizados como matérias primas para fabricação de novos produtos.

Não cobra pelo serviço de reciclagem. Retirada gratuita para a quantidade mínima de 500kg de sucata eletrônica  ou  100kg de baterias recarregáveis.

A UMICORE é a empresa para quem estão sendo destinados os equipamentos entregues pelo consumidor nas lojas CLARO.

Local para entrega: Rua Barão do Rio Branco, 368 – Bairro Itapejica – Guarulhos - SP

Tel: (011) 24211246

www.umicore.com.br

 

Silcon Ambiental

Recebe/retira todos os tipos de equipamentos eletrônicos, desde TVs, computadores, telefones, geladeiras e outros. Os equipamentos são separados e triturados em diferentes tipos, como: plásticos, metais ferrosos e não ferrosos, vidro e papéis, para  depois serem encaminhados para reciclagem .

Custo do processo: R$ 0,85/kg (pode variar, dependendo do material e da quantidade)

Telefone: (011) 212857779

Endereço : Rua Bela Cintra, 986 – 3ºandar- conj. 32 Consolação - São Paulo - SP

www.silcon.com.br

 

Sucata Eletrônica

Retira todo tipo de material eletroeletrônico, menos monitores e televisores, inclusive materiais de circuito fechado e aberto de TV, bem como aparelhos de telefonia, fixa e móvel. Fazem a desmontagem dos aparelhos e depois vendem.

Telefone: (11) 4277-0141 / 3535-5170 / 8965-9312

E-mail: sucataeletronica@sucataeletronica.com.br / sucataeletronica@gmail.com

 

San Lien

(Essa empresa recebe os resíduos eletrônicos do CDI)

Recicla equipamentos eletroeletrônicos em geral, como computadores, placas de circuito interno, processadores, centrais telefônicas, motores elétricos, ligas metálicas, ímãs industriais e outros. Seu processo descaracteriza os equipamentos, tritura as placas e as envia para exportação. O que não é exportado é encaminhado para reciclagem, como por exemplo, os monitores são enviados para a Suzaquim. Não informaram outros parceiros de reciclagem.

Recebe, em sua fábrica, qualquer quantidade e de qualquer pessoa. Retira quantidades acima de 500kg.   Pagam um valor a ser acertado pelas placas de circuito interno.

Local para entrega: Rua Professor José Barou Fernandes, 573 Vila Maria – São Paulo - SP

Tel: (011) 29542229

www.sanlien.com.br

 

Lorene

(Empresa que recebe os resíduos da CRC – Oxigênio)

Recebe aparelhos eletrônicos, computadores e peças,centrais telefônicas, celulares, automotivas, impressoras e periféricos em geral, com a exceção de monitores, mouse e teclado. Quantidade mínima aceita, entregue na empresa: 60kg . Retira a partir de 300kg.

A empresa paga pelos equipamentos que recebe, sendo que os valores variam conforme o material e a quantidade.

Processo utilizado: descaracterização dos equipamentos, trituração de placas e envio para exportação.

Local para entrega: Rua João Batista, 68 – Vila Guilherme – São Paulo - SP

Tel: (011) 29025200

www.lorene.com.br

 


 

[1]Dados retirados do site da SMA, 2008.

[2]Valor citado por técnico do MIT, em palestra no CCE-USP, em janeiro de 2009.

[3] Informações transmitidas em evento do CCE-USP, janeiro de 2009.

 

 

 

 

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EVOÉ A Casa do seu Bem-Estar

Rua José Maria Lisboa, 1326 - Jardins - São Paulo SP - Cep: 01423-001 - Fones:(11) 3085-1691 3062-6505 

Estacionamento com 07 vagas gratuitas

Convênio com Jaguaribe Parking situado na Alameda Ministro Rocha Azevedo, 750

Veja localização no mapa:

Horário de funcionamento: 2a a 5a-feira das 8h30 às 21h30 - 6a-feira das 8h30 às 20h30

Sábado das 9h00 às 13h (exceto feriados e emendas)

Receba nossa programação eletrônica: Envie e-mail, nome completo e telefones de contato para evoe@evoe.com.br

Contato: evoe@evoe.com.br -

Sugestões: suaopiniao@evoe.com.br

Se você tem interesse em fazer uma PARCERIA com a gente, envie seu curriculum e área de interesse para: novasparcerias@evoe.com.br

Última modificação: 03 maio, 2012