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S.O.S.
TERRA
Queridos
amigos e clientes,
Todos
nós já estamos exaustos de saber que o Planeta Terra está precisando
desesperadamente de nossa ajuda. Todos os veículos de comunicação estão
sendo utilizados para alertar e conscientizar as pessoas. Por este
motivo, a Evoé disponibiliza este espaço
para divulgar e apoiar iniciativas voltadas à preservação de nosso
Planeta. Maio/2008
S.O.S.
TERRA – JUNTOS FAZENDO UM MUNDO MELHOR – S.O.S. TERRA
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Veja
artigos:
Lixo Eletrônico
Campanha
Solidária
Lixo:
como colaborar com a coleta seletiva
Direitos
dos animais
Vinagre
e Café no combate à dengue
Consciência
Sócio Ambiental
Alimentos
orgânicos x Agrotóxicos

Campanha
Solidária
PARTICIPE!
VALE A PENA!
|
|
Você
tem objetos, roupas ou brinquedos em casa que estão ocupando
espaço e não são mais úteis ou necessários?
Pois
então encaminhe-os para nós.
A
Evoé recebe permanentemente a doação destes ítens, além
de alimentos não perecíveis que são encaminhados
regularmente às comunidades assistidas pelo Grupo de Amigos
33, que desenvolve este trabalho voluntário de ajuda sem fins
lucrativos.
Toda
ajuda é muito benvinda |
Instituiçoes
Beneficiadas:
1.
Abrigo Frederico Ozonam - Idosas (Tremembé-SP)
2.
Comunidade Sagrado C. de Jesus - familias (Vila Clara - SP)
3.
Caritas Diocesana C.Limpo - crianças e adolescentes
(Jd.B.Refúgio - SP)
4.
Associação Quintal Mágico - Osasco/SP
5.
Comunidade carente Itanhaém/SP
6.
Comunidade carente Mongaguá/SP
7.
Associação das Mães do Jardim Veloso – Osasco/SP.
8. Projeto Fênix – Associação Social Estudantil - Lauzane
Paulista, São Paulo – SP.
9. Creche Lar Benvindo – Jd Progresso, S. Andre/ SP.
10. Lar do Idoso – Augusto Neves – Vila
Maria, São Paulo/SP.
11. Casa de Apoio José Eduardo Cavichio – Pq.
Monte Alegre – Taboão da Serra
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Topo

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LIXO:
Como colaborar com a
coleta seletiva?
Vamos apoiar à Redução,
a Reutilização e a Reciclagem
Coleta
de Pilhas/baterias e óleo de cozinha:
A
Drogaria
São Paulo está disponibilizando à
população suas lojas para a coleta de pilhas usadas, além de enviar o material coletado para reciclagem
pela empresa Suzaquim, responsabilizando-se pelo custeamento dos custos
referentes à reciclagem. Nas agências do Banco
Real pilhas
e baterias podem ser descartadas no Papa-pilhas.
As
pilhas e baterias de
celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, contém
materiais (cádmio, mercúrio, níquel, chumbo) que contaminam
o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para
utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os
rins, fígado e pulmões
Também já temos onde levar o óleo de cozinha
usado para reciclar! As lojas do Também já temos onde levar o óleo de cozinha
usado para reciclar! As lojas do Extra,
que já reciclam outros tipos de resíduos, como papel, vidro, plástico
e metal, reciclarão também óleo
de cozinha!
Como fazer a
coleta de óleo: Depois
que o óleo usado esfriar, armazene
em uma garrafa PET
daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e
deposite no coletor de lixo de cor marrom da loja Extra, indicado para
esta finalidade.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às
empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a
produção de biocombustível. Se o Extra mais perto de sua casa ainda não
tem o coletor apropriado, ligue para o SAC da empresa: 0800-7732732, e
peça para que seja providenciado. Independentemente disso, pare
imediatamente de jogar óleo pelo esgoto. Armazene em garrafas e jogue
no lixo reciclável, e não no esgoto.

Consciência
Sócio Ambiental
A
produção de resíduos é inerente à condição humana e inexorável.
MAS A LATA DE LIXO NÃO É UM DESINTEGRADOR MÁGICO DE MATÉRIA !
O
lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira.
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção.
Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e
separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
Tem
coisas que a gente só não faz por não saber como.
Navegando
no Lixo.com.br você vai ter uma idéia de como a coisa funciona. É
importante conhecer o processo e as regras quando queremos fazer a
diferença.
Visite
o site: www.lixo.com.br

Sites
sugeridos sobre reciclagem e coleta seletiva:
http://www.institutogea.org.br/
http://www.lixo.com.br/
http://www.natureba.com.br/
http://www.recicloteca.org.br/quemrecebe.asp

Dicas
de sites bacanas para quem quer ajudar e não sabe por onde começar:
www.planetasustentavel.com.br
http://www.turmadasopa.org.br
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Como
se Livrar dos Agrotóxicos em Sua Mesa
Por
Alexandre Pimentel
*
Nos
últimos dias a imprensa nacional tem trazido à tona um problema que,
desde a década de 60, acomete a população brasileira e mundial: a
contaminação dos alimentos por venenos permitidos da lavoura, também
chamados "agrotóxicos" ou "biocídicos".
É
interessante enfocarmos temas sociais como este, mas não podemos perder
de vista outras fontes de contaminação que envolvem desde as
pulverizações na horta até os aditivos industriais como conservantes,
acidulantes e, entre vários outros, os corantes artificiais. Mas, em
detrimento dos problemas de saúde, as propostas dos industriais ainda
não afinado com perspectivas humano-ecológicas, não param por
aí.
Os
transgênicos, por exemplo, simbolizam sistêmica agressão à vida e à
natureza, devendo ser combatidos em todos os níveis da sociedade
humana. Enquanto isso, para suprimir os sintomas das patologias
decorrentes do envenenamento, a indústria de remédios e os hospitais
faturam bilhões de dólares e o sistema público de atendimento às
doenças fica honerado.
Fui
procurado por vários veículos de comunicação que desejavam saber
"como retiramos" os agrotóxicos dos alimentos. Recebi,
também, dezenas de mensagens eletrônicas questionando nesse sentido. O
problema é que não existem possibilidades desses venenos sociais serem
exatamente retirados. Não há método que consiga liberar os produtos
alimentícios comerciais da contaminação. O que se pode fazer é
apenas minimizar suas presenças nos vegetais.
Ao
final deste artigo, inspirado nas solicitações supra, darei algumas
dicas nesse sentido.Muitas pessoas ainda imaginam que a única
diferença entre alimentos convencionais e orgânicos seja a presença
de venenos naqueles e a ausência nestes. Enganam-se. Uma pesquisa da
Universidade da Califórnia comparou tomates orgânicos com
convencionais num período de dez anos. O resultado foi que os
orgânicos continham mais flavonóides, um tipo de antioxidante que
auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares. Também o
Relatório Firman E. Baer,
da Universidade Rutgers-EUA compara as quantidades (em miligramas) entre
orgânicos e convencionais. A diferença de nutrientes entre eles é
impressionante.(1)Os estudos científicos confirmam que os alimentos
orgânicos são mais saudáveis que aqueles produzidos com
agrotóxicos.
Hoje,
a oferta desses produtos em feiras livres e supermercados deixou de
depender exclusivamente de pequenos agricultores e ganhou escala
industrial. O Brasil tem a sexta maior área agrícola do mundo
destinada à produção orgânica, segundo a Organics
Brasil, organização que promove exportações do setor. A
maior parte dessa produção – que inclui soja, sucos, açúcar,
castanhas e cachaça – é exportada.
Nosso
país ainda não conseguiu adquirir hábitos orgânicos, consumindo
produtos convencionais em escala muito maior. Infelizmente o orgânico
ainda é caro para nossa população, mas tende a baixar na medida em
que a procura aumentar. Aqui em Brasília, por exemplo, a diferença
entre orgânicos e não orgânicos caiu muito nos últimos anos. Em
algumas feiras conseguimos encontrar verduras com certificação
orgânica com preço praticamente de convencionais. Fato inegável é
que os efeitos dos agrotóxicos no organismo aparecem ao longo do tempo
e podem ser fatais. As pesquisas mostram que os venenos ainda permitidos
e alguns já proibidos, podem provocar, por exemplo, alergias, dores de
cabeça, problemas respiratórios, cânceres, lesões no sistema nervoso
central e no fígado, distúrbios sexuais e formação de catarata.Já
ouvi reclamações de pessoas que, após comprarem frutas e verduras em
feiras orgânicas, tiveram trabalho em retirar pequenos insetos e
algumas supostas impurezas. O que sempre tento explicar, tanto
pessoalmente quanto por artigos ou palestras é que esses bichinhos
podem ser vistos e retirados, enquanto os venenos são invisíveis e, na
maioria das vezes temos que, literalmente, engoli-los sem reclamar! A
intoxicação humana com venenos dos alimentos é de difícil
diagnóstico, sendo necessário exame específico de sangue. Segundo os
médicos estudiosos, os agrotóxicos impedem a absorção de vitaminas e
minerais pelo organismo e impossibilitam a produção de hormônios como
a serotonina, melatonina e dopamina. Eles também podem provocar, entre
outros, processos alérgicos e dores de cabeça.Na década de 90 a
Revista Galileu mostrou que o índice de suicídios de agricultores
expostos a venenos, em cidades agrícolas do Rio Grande do Sul e do sul
de Minas Gerais é muito maior que a taxa média brasileira. Em Santa
Cruz do Sul (RS), considerada a capital nacional do fumo, houve, na
época, 21 suicídios por 100 mil habitantes, a maioria de agricultores,
contra a média nacional de 4 por 100 mil.O problema teve destaque em
1996, quando a cidade vizinha Venâncio Aires registrou a taxa de 37,22
por 100 mil. O Ministério da Saúde chegou a encomendar um inquérito
epidemiológico que não foi adiante.Percebam que essas toxinas antes de
chegarem às mesas dos consumidores já representam um perigo global,
tanto para agricultores quanto para lagos, rios, águas artesianas,
florestas e animais.
or
tudo isso, é muito importante que reaprendamos o caminho das feiras
ecológicas, que procuremos saber a origem dos produtos e que
conheçamos aqueles que plantam nossos alimentos. A feira de final de
semana pode virar uma ocasião festiva se levarmos as crianças e o
cachorro para um passeio no sol.Porém, no caso de você ainda não ter
acesso a essa possibilidade nem ter produzido sua horta caseira, as
sugestões para minimizar os efeitos dos agrotóxicos são as seguintes:
01)
Prefira as frutas e verduras da época e as produzidas na região de
consumo até 10km. Prefira também, mesmo em feiras convencionais, as
verduras de tamanhos menores, que tenham furinhos ou marcas de pequenos
insetos, pois garantem maior pureza.
02)
Lave bem as frutas e verduras, sempre em água corrente e
preferencialmente filtrada, lembrando que é preciso lavar antes e
descascar depois.
03)
Após lavar, descasque sempre as frutas e verduras para que os resíduos
presentes na casca sejam eliminados.
04)
Retire as folhas externas das verduras porque, em geral, em especial
daquelas bem fachadas como couve-flor e repolho, pois elas concentram
mais agrotóxicos.
05)
Deixar as verduras de molho em água com carvão e bicarbonato de sódio
ajuda a retirar os agrotóxicos de contato, aqueles que ficam na área
externa do vegetal, mas não retiram os agrotóxicos sistêmicos, ou
seja, aqueles que se associaram à seiva da planta. 06) Lavar e
descascar os alimentos ou deixá-los de molho na água com vinagre ou água
sanitária não garante a eliminação total dos resíduos de agrotóxicos.
Essas medidas ajudam a eliminar impurezas e bactérias, mas é bom
observar que o cloro também é contaminante e, dependendo da dose e do
tempo, pode prejudicar muito em longo prazo.
Fontes
de pesquisas:
http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/cidadania/agrotoxicos/not002.htm
http://www.taps.org.br/Paginas/Agroecologia.html
http://www.planetaorganico.com.br/daroltqualid.htm
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79457-7508-490,00.html
http://www.herbario.com.br/atual/020930_02.htm
1.
TOMATE
O tomateiro adoece facilmente. Daí o uso intensivo de defensivos químicos
no cultivo de larga escala e a alta dose de resíduos tóxicos. O orgânico
e o tipo cereja são mais resistentes a pragas e levam menos agrotóxicos
2. CENOURA
Bactérias, fungos e vermes contaminam a cenoura debaixo da terra. A
maior parte do agrotóxico fica na casca. Descascar a cenoura a livra de
90% dos resíduos – mas também de nutrientes importantes
3. ALFACE
No sistema convencional, a alface é pulverizada com produtos químicos
agrícolas várias vezes. A ANVISA achou resíduos químicos indevidos
em 28,68% das amostras de alface – daí a vantagem da versão orgânica
4. MORANGO
Outra planta que atrai pragas e doenças, o que leva ao uso abusivo de
defensivos agrícolas. Um morangueiro pode receber 45 pulverizações até
a colheita. Na análise da ANVISA, 37,68% das amostras tinham resíduos
inadequados
5.
MAÇÃ
Os pesticidas aplicados à macieira podem atravessar a casca fina e
chegar à polpa da fruta. As maçãs do Sistema de Produção Integrada,
com a marca PIN, têm 25% menos pesticidas que as convencionais
6. GOIABA
Ainda mais sujeita ao ataque de pragas que as demais frutas. A versão
orgânica é rara e pode conter larvas. O sistema de Produção
Integrada ainda estuda um projeto-piloto para a fruta
7. UVA
Segundo a Embrapa Uva e Vinho, o sistema de produção de uvas praticado
atualmente é dependente do uso de defensores agrícolas, ainda mais
em clima tropical. As
versões orgânicas e com a marca PIN têm menos resíduos
8. PÊSSEGO
A época ideal de cultivo do pêssego é de novembro a janeiro. Fora
desse período, a fruta costuma ter mais agrotóxico. A versão orgânica
é escassa em supermercados, mas é encontrada em algumas feiras do ramo
Fonte:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79457-7508-490,00.html |
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Lixo
Eletrônico
E-LIXO: O QUE É ISSO?
Todos os dias, milhares
de aparelhos e equipamentos eletrônicos - como Ipods, TVs, computadores e
outros - são substituídos, pois tornaram-se obsoletos, aos olhos de seus
donos. Isto acontece devido à velocidade com que novos aparelhos são
lançados e novas tecnologias que surgem, num processo planejado que visa
obrigar o consumidor a substituir seus aparelhos, na maioria das vezes
ainda funcionando, por novos, contribuindo para o aumento do chamado
lixo eletrônico ou
sucata eletrônica.
Podemos definir como LIXO
ELETRÔNICO, ou E.LIXO, tudo o que é proveniente de equipamentos
eletro-eletrônicos, incluindo aparelhos celulares, computadores,
impressoras e periféricos.
Não se sabe a quantidade
exata de lixo eletrônico existente no Brasil. Porém, segundo a Secretaria
do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, o número de aparelhos celulares
em uso chega à marca de 130,5 milhões de unidades e a de computadores, nas
empresas e residências, de 50 milhões de aparelhos,
que muito brevemente ficarão obsoletos e serão substituídos por
equipamentos mais modernos.
Sob o ponto de vista
ambiental, o lixo eletrônico se configura em um grave problema, desde a
sua produção até o seu descarte. Para serem produzidos, os computadores e
outros aparelhos consomem uma enorme quantidade de recursos naturais, água
e energia. Como exemplo, podemos citar o consumo de água para se produzir
um único laptop: 50.000
litros de água
! Se considerarmos que a vida útil desses equipamentos é muito curta
(tempo de vida médio de um computador: 3 a 4 anos; tempo de vida médio de
um aparelho celular: 1 a 2 anos), é possível avaliar a quantidade imensa
de lixo que o descarte de eletrônicos significa, e que tende a piorar cada
vez mais com o passar dos anos. Porém, o pior fator de poluição do chamado
e.lixo é seu conteúdo:
fazem parte de sua composição diversos metais pesados – como o chumbo, o
cádmio, mercúrio – e vários outros elementos tóxicos. Por isso, é
considerado um resíduo perigoso e precisa de tratamento adequado pois, se
não for destinado da forma correta, pode causar sérios danos à saúde
humana, bem como ao meio ambiente.
A preocupação com o
lixo eletrônico fez surgir a idéia do “Green Computing”, que inclui a
inserção do conceito de preservação ambiental em todo o ciclo de vida dos
aparelhos e que tem como ponto fundamental a participação de todos os
segmentos envolvidos na sua produção, uso e descarte.
Seguindo essa linha, cabe
às empresas produtoras levar
em conta a questão ambiental na seleção dos materiais usados em sua
fabricação, definir formas e processos de produção menos poluentes,
planejar o design do produto de forma a facilitar o reaproveitamento,
inserir no produto ferramentas que permitam ao usuário utilizá-lo com
menor gasto de energia e assim por diante.
Cabe ao
poder público legislar de forma
a coibir abusos, fiscalizar o cumprimento das normas e proteger a
população contra ameaças e desastres ambientais.
Quanto ao
público consumidor, seu papel é
usar critérios ambientais para definir desde a escolha do equipamento até
o destino do produto, ao descartá-lo.
FIQUE PREOCUPADO![3]
 |
Segundo o Greenpeace, o
lixo eletrônico no mundo é da ordem de 50 milhões de toneladas por ano
(dados de 2008). Se colocássemos esse material em vagões, o “trem”
daria a volta na Terra. |
 |
A maior parte dos 315
milhões de computadores que foram descartados no mundo, entre 1997 –
quando começou a popularização desses equipamentos - e 2004, foi parar
em aterros sanitários (dado MIT – 2009). |
 |
No Brasil são jogadas
no lixo, anualmente, 1.200 milhões de pilhas, sendo 800 milhões
produzidas legalmente e 400 milhões importadas ilegalmente (as pilhas
ilegais possuem teores muito mais altos de metais pesados e outros
contaminantes). |
 |
No mundo estão em uso
cerca de 4 bilhões de celulares e 2 bilhões de computadores.
|
 |
A utilização de
computadores emite CO2, gás de efeito estufa. Os “datacenters” do mundo
são responsáveis pela emissão de 2% de todo esse gás gerado no planeta.
|
COMO AGIR COM RELAÇÃO AO
SEU E.LIXO?
Se você quer ser
ambientalmente responsável no que se refere ao seu lixo eletrônico, siga
as orientações abaixo:
-
Exercite o consumo consciente.
Antes de comprar um
aparelho, verifique se:
-
ele contém chumbo (se
contiver, não compre)
-
possui sistema de
economia de energia (se não tiver, não compre)
-
a empresa produtora
oferece sistema de recolhimento e reciclagem, quando você quiser se
desfazer do equipamento (como são poucas as empresas que oferecem esse
serviço, não dá para descartar todas as outras. Mas dê preferência aos
produtos de empresas mais responsáveis).
-
Preserve recursos naturais.
Durante o uso, siga as
recomendações do fabricante para redução do uso de energia e para
aumentar a durabilidade do aparelho e/ou das baterias. Não deixe os
aparelhos ligados sem necessidade.
-
Amplie a vida útil de seu equipamento.
Não se desfaça do aparelho por “modismos”. Troque apenas quando
realmente for impossível continuar com o que você já tem.
-
Responsabilize-se pelo destino de seu lixo eletrônico.
Para descartar o equipamento usado, entre em contato preferencialmente
com instituições que possam reutilizá-lo. Há várias iniciativas nesse
sentido (veja lista abaixo). Se você é um consumidor corporativo
(empresa), procure também doar seus equipamentos para essas entidades.
Caso não seja possível, arque com os custos do envio dos resíduos
eletrônicos para empresas idôneas, que efetuem a reciclagem.
PARA QUEM DESTINAR SEU E.LIXO
EMPRESAS RESPONSÁVEIS POR
SEUS PRODUTOS
DELL
COMPUTADORES
Somente para produtos
Dell.
A Dell se responsabiliza pelo descarte dos produtos inservíveis de sua
marca. Coletam em sua casa/escritório e encaminham para a reciclagem,
gratuitamente. Para isso, o cliente deve entrar no site da Dell e digitar
no campo “busca” as palavras RECICLAGEM DELL, em seguida deve achar o
link que fala da reciclagem e
clicar. Na página, há um formulário que deve ser preenchido e encaminhado
para a empresa. Por meio de uma parceria com a FPD – Fundação Pensamento
Digital, a Dell também promove a doação dos equipamentos ainda em
funcionamento, que devem estar sem nenhuma informação no HD.
www.dell.com.br
ITAUTEC
Somente para produtos
Itautec.
A empresa encaminha para reciclagem os produtos inservíveis Itautec, sem
custos para o cliente. O interessado deve enviar um e-mail para
disk.meio-ambiente@itautec.com, informando os dados
de código e série do produto. Após o envio, o cliente deve aguardar o
contato da empresa, que indicará a filial para onde o lixo eletrônico deve
ser levado. Os equipamentos são destinados à planta industrial da empresa,
em Jundiaí, onde são desmontados e suas partes encaminhadas para empresas
recicladoras.
INSTITUIÇÕES QUE FAZEM A
REUTILIZAÇÃO
Meta
Projeto – Acessa São Paulo.
Projeto do Governo do
Estado de SP. Recebe computadores, monitores, teclados, etc., funcionando
ou não, de pessoas físicas e jurídicas. O material é reaproveitado, por
meio de oficinas de informática em SP e no interior. Mais informações:
http://www.acessasp.sp.gov.br/html/modules/xt_conteudo/index.php?id=42
ou pelo telefone (11) 2221-1826.
Local:
Parque da Juventude
Av.
Cruzeiro do Sul, 2630 – 1ºandar – Carandiru – São Paulo - SP
Email:
oficinaspj@acessa.sp.gov.br
ABRE-Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes
Entidade
sem fins lucrativos. Recebe computadores, televisores e outros
equipamentos eletrônicos, além de receber roupas e outros objetos.
Conserta e redistribui todos os materiais recebidos, enviando ao doador a
informação sobre a destinação exata de seu produto.
Local
para entrega: Av. Lavandisca, 168 – Moema- São Paulo - SP
Telefone:
(011) 5052-0736
www.abre-excedente.org.br
CDI –
Comitê para a Democratização da Informática
ONG.
Recebe apenas computadores completos (com monitor, teclado, mouse, etc.),
funcionando e com configuração mínima Pentium III. Os equipamentos são
utilizados para criar centros de inclusão digital em áreas carentes.
Local
para entrega: Av. Francisco Matarazzo, 102 – Água Branca – São Paulo – SP
Telefone:
(11) 3666-0911 / (11) 3822-0970
doacao@cdisaopaulo.org.br
CRC –
Oxigênio
ONG.
Aceita doação e retira todos os tipos de eletrodomésticos e eletrônicos.
Os equipamentos em funcionamento são enviados a instituições que fazem
inclusão digital, cadastradas no governo, e os que não funcionam mais são
enviados para reciclagem.
Rua
Esperia, 30 Jd. Paulista – São Paulo – SP ou Rodovia Hélio Schmith s/n –
Aeroporto de Guarulhos – SP.
Telefone:
(11) 3051-3420 / (11) 3057-1283
assessoria@oxigenio.org.br
Museu
do Computador
ONG.
Recebe doações de computadores, telefones, máquinas de escrever e de
calcular, videogame, impressoras e peças de computador, como teclado e
mouses, livros, cds e outros. Para exposição no Museu. Quando há sobra, os
equipamentos são doados a comunidades carentes.
Telefone:
(011) 46667545
Local:
Itapecerica da Serra
www.museudocomputador.com.br
EMPRESAS QUE FAZEM A
RECICLAGEM
Observação: As informações apresentadas abaixo foram fornecidas pelas
próprias empresas. O Instituto Gea não se responsabiliza pela adequação
ambiental de seus procedimentos. Para confirmação, consulte o órgão
ambiental de seu Estado.
TCG
Recycling
Além de
computadores e monitores, também trabalha com a reciclagem de
eletrodomésticos. Não exige quantidade mínima, porém cobra, tanto para o
frete quanto para a reciclagem.
Rua
Eugênio Bertini, 445 – São Luiz – Americana – SP
Telefone:
(19) 3468-3882
www.tcgrecycling.com
Interamerican Ltda.
Não atende pessoas
físicas. Para empresas e instituições, atua retirando todos os tipos de
eletrodomésticos, computadores e monitores. Os resíduos passam por uma
separação e o que não pode ser reciclado é enviado para aterro licenciado
pela CETESB.O custo do serviço de coleta e destinação depende do tipo dos
aparelhos e da quantidade.
Rua Vitor Meireles, 105 –
Jardim Jordanópolis - S.B do Campo – SP
Telefone: (11) 41787-9944
interamerican@interamerican.com.br
www.interamerican.com.br
UMICORE
Recebe somente telefones
celulares e baterias recarregáveis de todos os tipos. No processo de
reciclagem dessa empresa, os metais são recuperados e reutilizados como
matérias primas para fabricação de novos produtos.
Não cobra pelo serviço de
reciclagem. Retirada gratuita para a quantidade mínima de 500kg de sucata
eletrônica ou 100kg de baterias recarregáveis.
A UMICORE é a empresa
para quem estão sendo destinados os equipamentos entregues pelo consumidor
nas lojas CLARO.
Local para entrega: Rua
Barão do Rio Branco, 368 – Bairro Itapejica – Guarulhos - SP
Tel: (011) 24211246
www.umicore.com.br
Silcon
Ambiental
Recebe/retira todos os
tipos de equipamentos eletrônicos, desde TVs, computadores, telefones,
geladeiras e outros. Os equipamentos são separados e triturados em
diferentes tipos, como: plásticos, metais ferrosos e não ferrosos, vidro e
papéis, para depois serem encaminhados para reciclagem .
Custo do processo: R$
0,85/kg (pode variar, dependendo do material e da quantidade)
Telefone: (011) 212857779
Endereço : Rua Bela Cintra, 986 – 3ºandar- conj. 32 Consolação - São Paulo
- SP
www.silcon.com.br
Sucata
Eletrônica
Retira todo tipo de
material eletroeletrônico, menos monitores e televisores, inclusive
materiais de circuito fechado e aberto de TV, bem como aparelhos de
telefonia, fixa e móvel. Fazem a desmontagem dos aparelhos e depois
vendem.
Telefone: (11) 4277-0141
/ 3535-5170 / 8965-9312
E-mail: sucataeletronica@sucataeletronica.com.br
/ sucataeletronica@gmail.com
San
Lien
(Essa empresa recebe os
resíduos eletrônicos do CDI)
Recicla equipamentos
eletroeletrônicos em geral, como computadores, placas de circuito interno,
processadores, centrais telefônicas, motores elétricos, ligas metálicas,
ímãs industriais e outros. Seu processo descaracteriza os equipamentos,
tritura as placas e as envia para exportação. O que não é exportado é
encaminhado para reciclagem, como por exemplo, os monitores são enviados
para a Suzaquim. Não informaram outros parceiros de reciclagem.
Recebe, em sua fábrica,
qualquer quantidade e de qualquer pessoa. Retira quantidades acima de
500kg. Pagam um valor a ser acertado pelas placas de circuito interno.
Local para entrega: Rua
Professor José Barou Fernandes, 573 Vila Maria – São Paulo - SP
Tel: (011) 29542229
www.sanlien.com.br
Lorene
(Empresa que recebe os
resíduos da CRC – Oxigênio)
Recebe aparelhos
eletrônicos, computadores e peças,centrais
telefônicas, celulares, automotivas, impressoras e periféricos em geral,
com a exceção de monitores, mouse e teclado.
Quantidade mínima aceita, entregue na empresa: 60kg . Retira a partir de
300kg.
A empresa paga pelos
equipamentos que recebe, sendo que os valores variam conforme o material e
a quantidade.
Processo utilizado:
descaracterização dos equipamentos, trituração de placas e envio para
exportação.
Local para entrega: Rua
João Batista, 68 – Vila Guilherme – São Paulo - SP
Tel: (011) 29025200
www.lorene.com.br
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